Estive refletindo no quão frágil é a vida. Que divergências sociais ou raciais na verdade só diferenciam o ser humano superficialmente; com mais ou menos dinheiro, mais ou menos beleza (que é só uma questão de gosto), mais ou menos qualquer outra coisa, todo mundo sua, sangra, chora, sofre, cai, morre e apodrece.
Por mais que sejamos seres em evolução e essa seja uma das tantas encarnações a qual teremos de passar (eu acredito), vejo que cada existência é única. Nenhum momento será como o outro, nenhuma dança será igual, cada beijo será único (mesmo que seja dado na mesma pessoa) e cada dia, pertencente ao passado ou ao futuro, será um presente (bah, mil clichês!).
Pensemos na preciosidade que é o tempo e na quantidade de alegria que perdemos ao falar da vida alheia, ao invejar o próximo, ao implicar com alguém sem nem mesmo saber o motivo. Sejamos espertos e passemos a dar valor à nossa vida, honrando-a com a maior quantidade possível de sorrisos, um incontável número de abraços e uma inesgotável enxurrada de felicidade.
Viver não fácil, então façamos valer a pena.
Por mais que sejamos seres em evolução e essa seja uma das tantas encarnações a qual teremos de passar (eu acredito), vejo que cada existência é única. Nenhum momento será como o outro, nenhuma dança será igual, cada beijo será único (mesmo que seja dado na mesma pessoa) e cada dia, pertencente ao passado ou ao futuro, será um presente (bah, mil clichês!).
Pensemos na preciosidade que é o tempo e na quantidade de alegria que perdemos ao falar da vida alheia, ao invejar o próximo, ao implicar com alguém sem nem mesmo saber o motivo. Sejamos espertos e passemos a dar valor à nossa vida, honrando-a com a maior quantidade possível de sorrisos, um incontável número de abraços e uma inesgotável enxurrada de felicidade.
Viver não fácil, então façamos valer a pena.